Para muitos domingo é apenas o primeiro dia da semana. Para outros a noite de domingo pode representar o fim de uma jornada de 24 horas de (des) espera (da). Me incluo no segundo grupo.
E assim, em mais esta noite de domingo lá estava eu, sentada no penúltimo dos bancos da comprida carreira destinada a ala feminina.
Dali se podia visualizar o púlpito com uma confortável distancia. como se a neblina da rua entrasse pelas janelas e aremetesse sobre o pregador e sobre as poucas plantas.
As saias todas encabuladas e descoradas formavam o tapete considerável para lavar o chão e espantar as culpas.
mas havia luz. sim. havia luz. uma pequena réstia de luz escondida sob os olhos dolorosos daquele homem.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
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